Servidores públicos do br.gov encaminham greves em vários setores dos serviços públicos. Parece febril o movimento. Sou servidor público. A categoria a qual pertenço ainda não decidiu pela greve, mas tenho a sensação que já decidiram por ela. Sou professor da Universidade Federal de Sergipe e lá, primeiro os servidores e agora os alunos deflagraram o grito de greve. O primeiro não me fez muito eco. Já o segundo não consigo entender.
Segmentos dos movimentos institucionalizados da ultra-esquerda nacional parecem continuar a desconsiderar aquilo que diz, mas é silêncio. Num conjunto de 10 mil pessoas, se 1000 participam de uma decisão, ela é legítima, pois os demais foram convidados, mas não apareceram. Mas o que pode essa decisão? De imediato afastar do embate a maioria dos potenciais interessados. A vida da política que busca resistir à sanha liberal contenta-se em ser vanguarda, mesmo que em vão.
Isso é triste. Uma decisão triste. Uma decisão sem virtudes. Uma decisão por palavras de ordem que não se sabe ao certo a razão de repeti-las ou mesmo de qual ordem elas falam. A repetição da fórmula ensaia novamente o drama do último suspiro revolucionário. A diferença é sepultada, pois o diferente é excluído ao longo do processo. Mas isso que digo não passa de sensações que me atormentam. Tenho também meus interesses nesse processo. Não queria ficar em casa. Queria ir lá, dá as aulas que me demandam, falar coisas que me incomodam, ver gente circulando, indagar sobre o indisposto, falar de vultos que assombram a memória da psicologia. Não queria ficar em casa, mas isso já é uma outra história. Há outros lugares para ir. Aqui em Aracaju rola uma linda festa junina. Comidas apetitosas. Clima ameno. Forró de muitas caras e gostos. Não vou ficar em casa. Irei menos à UFS. Quem irá a UFS?
Segmentos dos movimentos institucionalizados da ultra-esquerda nacional parecem continuar a desconsiderar aquilo que diz, mas é silêncio. Num conjunto de 10 mil pessoas, se 1000 participam de uma decisão, ela é legítima, pois os demais foram convidados, mas não apareceram. Mas o que pode essa decisão? De imediato afastar do embate a maioria dos potenciais interessados. A vida da política que busca resistir à sanha liberal contenta-se em ser vanguarda, mesmo que em vão.
Isso é triste. Uma decisão triste. Uma decisão sem virtudes. Uma decisão por palavras de ordem que não se sabe ao certo a razão de repeti-las ou mesmo de qual ordem elas falam. A repetição da fórmula ensaia novamente o drama do último suspiro revolucionário. A diferença é sepultada, pois o diferente é excluído ao longo do processo. Mas isso que digo não passa de sensações que me atormentam. Tenho também meus interesses nesse processo. Não queria ficar em casa. Queria ir lá, dá as aulas que me demandam, falar coisas que me incomodam, ver gente circulando, indagar sobre o indisposto, falar de vultos que assombram a memória da psicologia. Não queria ficar em casa, mas isso já é uma outra história. Há outros lugares para ir. Aqui em Aracaju rola uma linda festa junina. Comidas apetitosas. Clima ameno. Forró de muitas caras e gostos. Não vou ficar em casa. Irei menos à UFS. Quem irá a UFS?
